Canaoeste realiza Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar

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16/06/2014

Produtores de toda região participaram esclarecendo dúvidas e trocando informações

Na manhã de sexta-feira, 06 de junho, a Estação de Citricultura de Bebedouro foi palco para o Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar, realizado pela Canaoeste em parceria com a Copercana. O evento reuniu produtores de toda região, que na oportunidade esclareceram dúvidas e trocaram informações.
Profissionais renomados como o pesquisador científico do IAC, Dr. Carlos Azania, o sócio-diretor da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas, Dr. Marcos Kuva e sócio-diretor das empresas Agro-Analítica Consultoria Agronômica e Consult Agro, Dr. Weber Valério, ministraram palestras. O encontro também contou com o apoio das empresas Arysta LifeScience, BASF, Dow AgroSciences, FMC, IHARA, Syngenta e UPL que apresentaram os seus mais novos produtos disponíveis no mercado.
Na abertura, o superintendente da Canaoeste e conselheiro fiscal da Copercana e Sicoob Cocred, Luiz Carlos Tasso Júnior, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância de reunir os produtores num momento difícil para o setor. Porém, afirmou que as informações contribuem com as atividades no campo. “Apesar do momento tão difícil que passa o setor e das dificuldades enfrentadas pelos produtores de cana-de-açúcar, a Canaoeste e a Copercana têm a satisfação de poder recebê-los nesse encontro técnico para discutirmos e trazermos soluções para suas atividades, através do conhecimento e das informações apresentadas pelos renomados palestrantes. Gostaria de aproveitar para lembrá-los que nos dias 25, 26 e 27 de junho vai acontecer o 10º Agronegócios Copercana, e nesse momento difícil de captação de recursos, a Copercana e a Sicoob Cocred estão trabalhando para buscar soluções que beneficiem os associados e cooperados com menores preços nos insumos e os maiores prazos de pagamento possíveis para que o produtor possa continuar tocando suas lavouras”, afirmou Tasso. 
“O principal objetivo desse encontro é levar até o nosso produtor informação, conhecimento, difundir tecnologia, fazer com que eles se envolvam e que façam parte dessas tecnologias. Hoje o controle e o manejo de plantas daninhas são muito importantes para alavancar as produtividades de cana-de-açúcar e os nossos produtores, nossos técnicos precisam estar constantemente se aprimorando, aprendendo e discutindo esses assuntos”, disse a gestora técnica da Canaoeste, Alessandra Durigan.   
De acordo com o pesquisador do IAC, Dr. Carlos Azania, que ministrou palestra sobre “Técnicas de manejo para o controle de mamonas, mucunas e merremias, “erva de difícil controle”, o objetivo do conteúdo apresentado foi mostrar a importância de aplicações de herbicidas antes do plantio da cana-de-açúcar para minimizar o banco de sementes dessas plantas daninhas no canavial. E também apresentar um caminho para que os produtores possam controlar especificamente mucunas, mamonas e merremias, que são plantas de difíceis controles. O pesquisador ainda alertou que “um canavial tomado por plantas daninhas, se simplesmente plantar a cana e deixá-la, não entrar com nenhuma forma de controle, ou colher essa cana numa soqueira e deixá-la, o nível de infestação pode trazer perdas de até 85% sobre o canavial”, afirmou Azania.
Para o Dr. Weber Valério, que dissertou o tema “Melhores opções de controle químico para folhas largas e estreitas”, depois da introdução da colheita mecânica, “a flora na cultura da cana-de-açúcar modificou muito, é uma flora bastante ampla e com plantas daninhas de sementes com grande quantidade de reserva, portanto com difícil controle”. Durante sua apresentação, Valério abordou o controle químico e as práticas preventivas. “Embora hoje existam algumas moléculas latifolicidas para folhas largas excelentes, sozinhas não dão conta de entregar os resultados que o produtor precisa e, por isso, precisamos associar outras estratégias. Temos que trabalhar sempre pensando em redução do banco de sementes para ao longo do tempo racionalizar o uso de herbicidas. Acredito que outra coisa que reforça a questão de controle é a informação. Esses encontros que a Canaoeste e a Copercana realizam, são importantíssimos e estão de parabéns por estar tratando do assunto e reunir um grupo de produtores dessa envergadura. Essa troca de informações é fundamental”, ressaltou.
“Como e quando realizar a desinfestação de áreas com elevado banco de sementes”, foi o tema ministrado pelo Dr. Marcos Kuva. Segundo ele, a realidade da cana-de-açúcar está mudando. “Estamos presenciando plantas daninhas de sementes grandes, um grande enriquecimento do banco de sementes e, para isso, algumas ações complementares justamente na fase de implantação e renovação na cultura do canavial chamada de desinfestação são muito importantes”. Kuva ainda afirmou “as plantas daninhas têm mecanismos adaptados para disseminação à média e longa distância. Algumas sementes têm estruturas para aderir à pele de animais, outras têm facilidades para serem dispersadas pelo vento, pelas águas e há também as plantas daninhas que não têm esse mecanismo, mas está altamente sincronizada com as atividades do homem como colhedora, grade, operações de quebra-lombo e os implementos utilizados pelo homem tem levado isso para o meio do canavial e cada vez mais o conhecimento proporciona que você consiga gerenciar e planejar melhor. A palavra-chave é planejamento e um bom planejamento envolve conhecimento técnico e é isso que a Canaoeste está procurando fazer com um evento como este, trazendo conhecimento para os produtores para que eles possam se planejar e, consequentemente, aumentar sua produtividade com lucratividade”, disse Kuva.  
O gestor operacional da Canaoeste, Gustavo Nogueira, falou sobre a importância do controle das plantas daninhas e também sobre a preparação dos técnicos da Canaoeste para dar o suporte necessário aos associados. “O assunto abordado no encontro “Manejo e controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar” é muito importante, pois caso não haja o controle das ervas daninhas, com certeza o produtor terá uma redução na produtividade e também na longevidade do seu canavial. Por isso, é preciso estar sempre atento, buscar conhecimentos e informações para fazer o controle de maneira econômica. Toda a equipe técnica da Canaoeste está bem preparada para dar suporte aos produtores no controle dessas plantas daninhas. Para isso, eles passam por treinamentos periódicos, reciclando os seus conhecimentos para que tenham condições de orientar os nossos produtores associados da melhor maneira de se controlar o complexo de ervas daninhas”, ressaltou Gustavo.
Na manhã de sexta-feira, 06 de junho, a Estação de Citricultura de Bebedouro foi palco para o Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar, realizado pela Canaoeste em parceria com a Copercana. O evento reuniu produtores de toda região, que na oportunidade esclareceram dúvidas e trocaram informações.
Profissionais renomados como o pesquisador científico do IAC, Dr. Carlos Azania, o sócio-diretor da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas, Dr. Marcos Kuva e sócio-diretor das empresas Agro-Analítica Consultoria Agronômica e Consult Agro, Dr. Weber Valério, ministraram palestras. O encontro também contou com o apoio das empresas Arysta LifeScience, BASF, Dow AgroSciences, FMC, IHARA, Syngenta e UPL que apresentaram os seus mais novos produtos disponíveis no mercado.
Na abertura, o superintendente da Canaoeste e conselheiro fiscal da Copercana e Sicoob Cocred, Luiz Carlos Tasso Júnior, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância de reunir os produtores num momento difícil para o setor. Porém, afirmou que as informações contribuem com as atividades no campo. “Apesar do momento tão difícil que passa o setor e das dificuldades enfrentadas pelos produtores de cana-de-açúcar, a Canaoeste e a Copercana têm a satisfação de poder recebê-los nesse encontro técnico para discutirmos e trazermos soluções para suas atividades, através do conhecimento e das informações apresentadas pelos renomados palestrantes. Gostaria de aproveitar para lembrá-los que nos dias 25, 26 e 27 de junho vai acontecer o 10º Agronegócios Copercana, e nesse momento difícil de captação de recursos, a Copercana e a Sicoob Cocred estão trabalhando para buscar soluções que beneficiem os associados e cooperados com menores preços nos insumos e os maiores prazos de pagamento possíveis para que o produtor possa continuar tocando suas lavouras”, afirmou Tasso. 
“O principal objetivo desse encontro é levar até o nosso produtor informação, conhecimento, difundir tecnologia, fazer com que eles se envolvam e que façam parte dessas tecnologias. Hoje o controle e o manejo de plantas daninhas são muito importantes para alavancar as produtividades de cana-de-açúcar e os nossos produtores, nossos técnicos precisam estar constantemente se aprimorando, aprendendo e discutindo esses assuntos”, disse a gestora técnica da Canaoeste, Alessandra Durigan.   
De acordo com o pesquisador do IAC, Dr. Carlos Azania, que ministrou palestra sobre “Técnicas de manejo para o controle de mamonas, mucunas e merremias, “erva de difícil controle”, o objetivo do conteúdo apresentado foi mostrar a importância de aplicações de herbicidas antes do plantio da cana-de-açúcar para minimizar o banco de sementes dessas plantas daninhas no canavial. E também apresentar um caminho para que os produtores possam controlar especificamente mucunas, mamonas e merremias, que são plantas de difíceis controles. O pesquisador ainda alertou que “um canavial tomado por plantas daninhas, se simplesmente plantar a cana e deixá-la, não entrar com nenhuma forma de controle, ou colher essa cana numa soqueira e deixá-la, o nível de infestação pode trazer perdas de até 85% sobre o canavial”, afirmou Azania.
Para o Dr. Weber Valério, que dissertou o tema “Melhores opções de controle químico para folhas largas e estreitas”, depois da introdução da colheita mecânica, “a flora na cultura da cana-de-açúcar modificou muito, é uma flora bastante ampla e com plantas daninhas de sementes com grande quantidade de reserva, portanto com difícil controle”. Durante sua apresentação, Valério abordou o controle químico e as práticas preventivas. “Embora hoje existam algumas moléculas latifolicidas para folhas largas excelentes, sozinhas não dão conta de entregar os resultados que o produtor precisa e, por isso, precisamos associar outras estratégias. Temos que trabalhar sempre pensando em redução do banco de sementes para ao longo do tempo racionalizar o uso de herbicidas. Acredito que outra coisa que reforça a questão de controle é a informação. Esses encontros que a Canaoeste e a Copercana realizam, são importantíssimos e estão de parabéns por estar tratando do assunto e reunir um grupo de produtores dessa envergadura. Essa troca de informações é fundamental”, ressaltou.
“Como e quando realizar a desinfestação de áreas com elevado banco de sementes”, foi o tema ministrado pelo Dr. Marcos Kuva. Segundo ele, a realidade da cana-de-açúcar está mudando. “Estamos presenciando plantas daninhas de sementes grandes, um grande enriquecimento do banco de sementes e, para isso, algumas ações complementares justamente na fase de implantação e renovação na cultura do canavial chamada de desinfestação são muito importantes”. Kuva ainda afirmou “as plantas daninhas têm mecanismos adaptados para disseminação à média e longa distância. Algumas sementes têm estruturas para aderir à pele de animais, outras têm facilidades para serem dispersadas pelo vento, pelas águas e há também as plantas daninhas que não têm esse mecanismo, mas está altamente sincronizada com as atividades do homem como colhedora, grade, operações de quebra-lombo e os implementos utilizados pelo homem tem levado isso para o meio do canavial e cada vez mais o conhecimento proporciona que você consiga gerenciar e planejar melhor. A palavra-chave é planejamento e um bom planejamento envolve conhecimento técnico e é isso que a Canaoeste está procurando fazer com um evento como este, trazendo conhecimento para os produtores para que eles possam se planejar e, consequentemente, aumentar sua produtividade com lucratividade”, disse Kuva.  
O gestor operacional da Canaoeste, Gustavo Nogueira, falou sobre a importância do controle das plantas daninhas e também sobre a preparação dos técnicos da Canaoeste para dar o suporte necessário aos associados. “O assunto abordado no encontro “Manejo e controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar” é muito importante, pois caso não haja o controle das ervas daninhas, com certeza o produtor terá uma redução na produtividade e também na longevidade do seu canavial. Por isso, é preciso estar sempre atento, buscar conhecimentos e informações para fazer o controle de maneira econômica. Toda a equipe técnica da Canaoeste está bem preparada para dar suporte aos produtores no controle dessas plantas daninhas. Para isso, eles passam por treinamentos periódicos, reciclando os seus conhecimentos para que tenham condições de orientar os nossos produtores associados da melhor maneira de se controlar o complexo de ervas daninhas”, ressaltou Gustavo.

Depoimentos de produtores

“As palestras foram importantes para conscientizar e alertar os produtores sobre os problemas das ervas daninhas e os métodos de controle. Serão muito proveitosas para quem fizer o uso das técnicas difundidas. Sempre que posso participo dos eventos organizados pela Canaoeste e trago parte da minha equipe porque sei que tudo o que é apresentado é de grande valia”, disse o produtor de Severínia e Pitangueiras, José Renato Paro.


“Este encontro foi muito interessante com palestras que trouxeram informações de grande utilidade que irão nos ajudar no dia-a-dia, em nossas práticas no campo. As plantas daninhas preocupam demais os produtores e, como nos foi apresentado, as mudanças no sistema de colheita estão aumentando ainda mais as dificuldades. O difícil manejo das plantas daninhas foi o que mais me chamou a atenção. Você tem que entrar mais vezes na lavoura para tentar combatê-las e, consequentemente, aumenta o custo”, argumentou o produtor de Ribeirão Preto, Roberto Rossetti.


“Esse encontro foi muito produtivo, as palestras foram interessantes, pois as ervas daninhas são preocupantes e precisamos nos informar e ficar sempre atentos para saber como combatê-las. A melhor forma de utilização dos herbicidas também me chamou a atenção”, afirmou o produtor de Jaborandi, Maurício Pinto Neto.


Depoimentos das empresas parceiras

“Para esse evento, trouxemos a solução para ervas de difícil controle que é o Dinamic, que tem tudo a ver com o que foi apresentado nas palestras para os produtores de cana e para as usinas presentes. Para a Arysta LifeScience, é muito importante poder participar desse encontro técnico, a organização está de parabéns pela escolha dos palestrantes e com certeza o conteúdo por eles apresentados serão de grande valia aos participantes”, comentou o consultor técnico comercial da Arysta LifeScience, Carlos Silvio Correa Junior. 
 
“A BASF apresentou neste encontro o PlateauTM, que é um herbicida de seca. Esse produto é consagrado neste segmento e está há mais de dez anos no mercado. Trouxemos também o AgMusaTM, a nossa nova tecnologia em termos de sanidade de viveiro, e é o que estamos oferecendo para o produtor em termos de qualidade e também para verticalizar a produção, além de apresentarmos também o nosso portfólio completo. A Canaoeste é uma parceira muito importante da BASF, estar junto com a Canaoeste e a Copercana neste encontro é de fundamental importância para fidelizarmos cada vez mais nossa parceria. Para a BASF essa parceria é muito produtiva”, ressaltou o representante técnico de vendas da BASF, Luiz Carlos Martins Amorim.
 
“A Dow AgroSciences trouxe uma de suas soluções para a cana-de- açúcar que é o Coact, um herbicida pré-emergente para a cultura da cana-de-açúcar. O futuro está nas mãos dos produtores de cana da região e nós estamos aqui para sermos parceiros e trazer soluções. A Dow AgroSciences agradece ao convite da Canaoeste e também a presença de todos os produtores que nos prestigiaram”, disse Alano do Carmo, do desenvolvimento de mercado e marketing da Dow AgroSciences. 

“Trouxemos para o evento o Boral, que é o latifolicida hoje mais usado em cana-de-açúcar e que se encaixa tanto na época úmida quanto na época seca, podendo ser usado ao longo do ano. Estamos participando deste evento para reforçar o posicionamento desse produto, assim como o restante do portfólio da FMC que é completo para a linha. Gostaria de agradecer a Canaoeste pelo convite, pois para a FMC, todo evento que traz avanço e tecnologia diferenciada para o produtor, para nós é sempre muito importante estar presente”, ressaltou o representante técnico comercial da FMC, Vinícius Batista.  

“Apresentamos aos produtores presentes neste encontro o Flumizin, para o controle de ervas resistentes e o maturador para cana-de-açúcar, Riper. Para nós é uma grande satisfação poder contribuir com a agricultura brasileira. Essas tecnologias que estamos trazendo e divulgando neste evento com certeza vão contribuir para o aumento de produção e, consequentemente, a sustentabilidade. A IHARA agradece a Canaoeste pelo convite e por estarmos presentes neste evento de muita importância para o setor”, disse o administrador técnico de venda da IHARA, Samuel Lazarini.  
“Hoje a Syngenta trabalha de uma maneira que enxergamos a cultura da cana-de-açúcar como um ciclo e nesse ciclo dividimos em diversos segmentos. Trabalhamos desde a parte de viveiros, plantio, cana-planta, colheita e cana-soca. Em todo esse ciclo, a Syngenta tem produtos capazes de controlar doenças, pragas de solo e, principalmente, plantas daninhas. O nosso grande investimento é em mudas pré-brotadas (Plene PB) e mudas de meristema (Plene Evolve), com alto potencial genético, uma alta qualidade de sanidade totalmente rastreada, isso com certeza vai ajudar o mercado a alavancar a produtividade.
Para a Syngenta é muito importante participar desse evento porque temos a oportunidade de estar em contato com diversos produtores pois são eles que nos ajudam a estar presentes no mercado”, destacou o representante técnico de vendas da Syngenta, Alexandre Bizzi.
“A UPL está apresentando neste evento algumas novidades na área de herbicidas, o Metribuzim 700 WG e o metsulfurom metílico, Zartan. Buscamos algumas mudanças de formulação para trazer novidades mais seguras para o setor de cana-de-açúcar. A parceria com a Canaoeste e Coperana é algo que nos deixa muito felizes, pois sabemos da seriedade de tudo que é feito por elas e esperamos que essa parceria seja longa. Além disso, é muito importante participar deste evento buscando contatos, conhecimentos e mostrando a nossa marca”, finalizou o assistente de marketing da UPL, Juliano Balbino.

Fonte: Assessoria de Imprensa Canaoeste - Por Fernanda Clariano

Canaoeste realiza Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar

16/06/2014

Produtores de toda região participaram esclarecendo dúvidas e trocando informações

Na manhã de sexta-feira, 06 de junho, a Estação de Citricultura de Bebedouro foi palco para o Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar, realizado pela Canaoeste em parceria com a Copercana. O evento reuniu produtores de toda região, que na oportunidade esclareceram dúvidas e trocaram informações.
Profissionais renomados como o pesquisador científico do IAC, Dr. Carlos Azania, o sócio-diretor da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas, Dr. Marcos Kuva e sócio-diretor das empresas Agro-Analítica Consultoria Agronômica e Consult Agro, Dr. Weber Valério, ministraram palestras. O encontro também contou com o apoio das empresas Arysta LifeScience, BASF, Dow AgroSciences, FMC, IHARA, Syngenta e UPL que apresentaram os seus mais novos produtos disponíveis no mercado.
Na abertura, o superintendente da Canaoeste e conselheiro fiscal da Copercana e Sicoob Cocred, Luiz Carlos Tasso Júnior, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância de reunir os produtores num momento difícil para o setor. Porém, afirmou que as informações contribuem com as atividades no campo. “Apesar do momento tão difícil que passa o setor e das dificuldades enfrentadas pelos produtores de cana-de-açúcar, a Canaoeste e a Copercana têm a satisfação de poder recebê-los nesse encontro técnico para discutirmos e trazermos soluções para suas atividades, através do conhecimento e das informações apresentadas pelos renomados palestrantes. Gostaria de aproveitar para lembrá-los que nos dias 25, 26 e 27 de junho vai acontecer o 10º Agronegócios Copercana, e nesse momento difícil de captação de recursos, a Copercana e a Sicoob Cocred estão trabalhando para buscar soluções que beneficiem os associados e cooperados com menores preços nos insumos e os maiores prazos de pagamento possíveis para que o produtor possa continuar tocando suas lavouras”, afirmou Tasso. 
“O principal objetivo desse encontro é levar até o nosso produtor informação, conhecimento, difundir tecnologia, fazer com que eles se envolvam e que façam parte dessas tecnologias. Hoje o controle e o manejo de plantas daninhas são muito importantes para alavancar as produtividades de cana-de-açúcar e os nossos produtores, nossos técnicos precisam estar constantemente se aprimorando, aprendendo e discutindo esses assuntos”, disse a gestora técnica da Canaoeste, Alessandra Durigan.   
De acordo com o pesquisador do IAC, Dr. Carlos Azania, que ministrou palestra sobre “Técnicas de manejo para o controle de mamonas, mucunas e merremias, “erva de difícil controle”, o objetivo do conteúdo apresentado foi mostrar a importância de aplicações de herbicidas antes do plantio da cana-de-açúcar para minimizar o banco de sementes dessas plantas daninhas no canavial. E também apresentar um caminho para que os produtores possam controlar especificamente mucunas, mamonas e merremias, que são plantas de difíceis controles. O pesquisador ainda alertou que “um canavial tomado por plantas daninhas, se simplesmente plantar a cana e deixá-la, não entrar com nenhuma forma de controle, ou colher essa cana numa soqueira e deixá-la, o nível de infestação pode trazer perdas de até 85% sobre o canavial”, afirmou Azania.
Para o Dr. Weber Valério, que dissertou o tema “Melhores opções de controle químico para folhas largas e estreitas”, depois da introdução da colheita mecânica, “a flora na cultura da cana-de-açúcar modificou muito, é uma flora bastante ampla e com plantas daninhas de sementes com grande quantidade de reserva, portanto com difícil controle”. Durante sua apresentação, Valério abordou o controle químico e as práticas preventivas. “Embora hoje existam algumas moléculas latifolicidas para folhas largas excelentes, sozinhas não dão conta de entregar os resultados que o produtor precisa e, por isso, precisamos associar outras estratégias. Temos que trabalhar sempre pensando em redução do banco de sementes para ao longo do tempo racionalizar o uso de herbicidas. Acredito que outra coisa que reforça a questão de controle é a informação. Esses encontros que a Canaoeste e a Copercana realizam, são importantíssimos e estão de parabéns por estar tratando do assunto e reunir um grupo de produtores dessa envergadura. Essa troca de informações é fundamental”, ressaltou.
“Como e quando realizar a desinfestação de áreas com elevado banco de sementes”, foi o tema ministrado pelo Dr. Marcos Kuva. Segundo ele, a realidade da cana-de-açúcar está mudando. “Estamos presenciando plantas daninhas de sementes grandes, um grande enriquecimento do banco de sementes e, para isso, algumas ações complementares justamente na fase de implantação e renovação na cultura do canavial chamada de desinfestação são muito importantes”. Kuva ainda afirmou “as plantas daninhas têm mecanismos adaptados para disseminação à média e longa distância. Algumas sementes têm estruturas para aderir à pele de animais, outras têm facilidades para serem dispersadas pelo vento, pelas águas e há também as plantas daninhas que não têm esse mecanismo, mas está altamente sincronizada com as atividades do homem como colhedora, grade, operações de quebra-lombo e os implementos utilizados pelo homem tem levado isso para o meio do canavial e cada vez mais o conhecimento proporciona que você consiga gerenciar e planejar melhor. A palavra-chave é planejamento e um bom planejamento envolve conhecimento técnico e é isso que a Canaoeste está procurando fazer com um evento como este, trazendo conhecimento para os produtores para que eles possam se planejar e, consequentemente, aumentar sua produtividade com lucratividade”, disse Kuva.  
O gestor operacional da Canaoeste, Gustavo Nogueira, falou sobre a importância do controle das plantas daninhas e também sobre a preparação dos técnicos da Canaoeste para dar o suporte necessário aos associados. “O assunto abordado no encontro “Manejo e controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar” é muito importante, pois caso não haja o controle das ervas daninhas, com certeza o produtor terá uma redução na produtividade e também na longevidade do seu canavial. Por isso, é preciso estar sempre atento, buscar conhecimentos e informações para fazer o controle de maneira econômica. Toda a equipe técnica da Canaoeste está bem preparada para dar suporte aos produtores no controle dessas plantas daninhas. Para isso, eles passam por treinamentos periódicos, reciclando os seus conhecimentos para que tenham condições de orientar os nossos produtores associados da melhor maneira de se controlar o complexo de ervas daninhas”, ressaltou Gustavo.
Na manhã de sexta-feira, 06 de junho, a Estação de Citricultura de Bebedouro foi palco para o Encontro Técnico sobre Manejo e Controle de Plantas Daninhas em Cana-de-açúcar, realizado pela Canaoeste em parceria com a Copercana. O evento reuniu produtores de toda região, que na oportunidade esclareceram dúvidas e trocaram informações.
Profissionais renomados como o pesquisador científico do IAC, Dr. Carlos Azania, o sócio-diretor da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas, Dr. Marcos Kuva e sócio-diretor das empresas Agro-Analítica Consultoria Agronômica e Consult Agro, Dr. Weber Valério, ministraram palestras. O encontro também contou com o apoio das empresas Arysta LifeScience, BASF, Dow AgroSciences, FMC, IHARA, Syngenta e UPL que apresentaram os seus mais novos produtos disponíveis no mercado.
Na abertura, o superintendente da Canaoeste e conselheiro fiscal da Copercana e Sicoob Cocred, Luiz Carlos Tasso Júnior, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância de reunir os produtores num momento difícil para o setor. Porém, afirmou que as informações contribuem com as atividades no campo. “Apesar do momento tão difícil que passa o setor e das dificuldades enfrentadas pelos produtores de cana-de-açúcar, a Canaoeste e a Copercana têm a satisfação de poder recebê-los nesse encontro técnico para discutirmos e trazermos soluções para suas atividades, através do conhecimento e das informações apresentadas pelos renomados palestrantes. Gostaria de aproveitar para lembrá-los que nos dias 25, 26 e 27 de junho vai acontecer o 10º Agronegócios Copercana, e nesse momento difícil de captação de recursos, a Copercana e a Sicoob Cocred estão trabalhando para buscar soluções que beneficiem os associados e cooperados com menores preços nos insumos e os maiores prazos de pagamento possíveis para que o produtor possa continuar tocando suas lavouras”, afirmou Tasso. 
“O principal objetivo desse encontro é levar até o nosso produtor informação, conhecimento, difundir tecnologia, fazer com que eles se envolvam e que façam parte dessas tecnologias. Hoje o controle e o manejo de plantas daninhas são muito importantes para alavancar as produtividades de cana-de-açúcar e os nossos produtores, nossos técnicos precisam estar constantemente se aprimorando, aprendendo e discutindo esses assuntos”, disse a gestora técnica da Canaoeste, Alessandra Durigan.   
De acordo com o pesquisador do IAC, Dr. Carlos Azania, que ministrou palestra sobre “Técnicas de manejo para o controle de mamonas, mucunas e merremias, “erva de difícil controle”, o objetivo do conteúdo apresentado foi mostrar a importância de aplicações de herbicidas antes do plantio da cana-de-açúcar para minimizar o banco de sementes dessas plantas daninhas no canavial. E também apresentar um caminho para que os produtores possam controlar especificamente mucunas, mamonas e merremias, que são plantas de difíceis controles. O pesquisador ainda alertou que “um canavial tomado por plantas daninhas, se simplesmente plantar a cana e deixá-la, não entrar com nenhuma forma de controle, ou colher essa cana numa soqueira e deixá-la, o nível de infestação pode trazer perdas de até 85% sobre o canavial”, afirmou Azania.
Para o Dr. Weber Valério, que dissertou o tema “Melhores opções de controle químico para folhas largas e estreitas”, depois da introdução da colheita mecânica, “a flora na cultura da cana-de-açúcar modificou muito, é uma flora bastante ampla e com plantas daninhas de sementes com grande quantidade de reserva, portanto com difícil controle”. Durante sua apresentação, Valério abordou o controle químico e as práticas preventivas. “Embora hoje existam algumas moléculas latifolicidas para folhas largas excelentes, sozinhas não dão conta de entregar os resultados que o produtor precisa e, por isso, precisamos associar outras estratégias. Temos que trabalhar sempre pensando em redução do banco de sementes para ao longo do tempo racionalizar o uso de herbicidas. Acredito que outra coisa que reforça a questão de controle é a informação. Esses encontros que a Canaoeste e a Copercana realizam, são importantíssimos e estão de parabéns por estar tratando do assunto e reunir um grupo de produtores dessa envergadura. Essa troca de informações é fundamental”, ressaltou.
“Como e quando realizar a desinfestação de áreas com elevado banco de sementes”, foi o tema ministrado pelo Dr. Marcos Kuva. Segundo ele, a realidade da cana-de-açúcar está mudando. “Estamos presenciando plantas daninhas de sementes grandes, um grande enriquecimento do banco de sementes e, para isso, algumas ações complementares justamente na fase de implantação e renovação na cultura do canavial chamada de desinfestação são muito importantes”. Kuva ainda afirmou “as plantas daninhas têm mecanismos adaptados para disseminação à média e longa distância. Algumas sementes têm estruturas para aderir à pele de animais, outras têm facilidades para serem dispersadas pelo vento, pelas águas e há também as plantas daninhas que não têm esse mecanismo, mas está altamente sincronizada com as atividades do homem como colhedora, grade, operações de quebra-lombo e os implementos utilizados pelo homem tem levado isso para o meio do canavial e cada vez mais o conhecimento proporciona que você consiga gerenciar e planejar melhor. A palavra-chave é planejamento e um bom planejamento envolve conhecimento técnico e é isso que a Canaoeste está procurando fazer com um evento como este, trazendo conhecimento para os produtores para que eles possam se planejar e, consequentemente, aumentar sua produtividade com lucratividade”, disse Kuva.  
O gestor operacional da Canaoeste, Gustavo Nogueira, falou sobre a importância do controle das plantas daninhas e também sobre a preparação dos técnicos da Canaoeste para dar o suporte necessário aos associados. “O assunto abordado no encontro “Manejo e controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar” é muito importante, pois caso não haja o controle das ervas daninhas, com certeza o produtor terá uma redução na produtividade e também na longevidade do seu canavial. Por isso, é preciso estar sempre atento, buscar conhecimentos e informações para fazer o controle de maneira econômica. Toda a equipe técnica da Canaoeste está bem preparada para dar suporte aos produtores no controle dessas plantas daninhas. Para isso, eles passam por treinamentos periódicos, reciclando os seus conhecimentos para que tenham condições de orientar os nossos produtores associados da melhor maneira de se controlar o complexo de ervas daninhas”, ressaltou Gustavo.

Depoimentos de produtores

“As palestras foram importantes para conscientizar e alertar os produtores sobre os problemas das ervas daninhas e os métodos de controle. Serão muito proveitosas para quem fizer o uso das técnicas difundidas. Sempre que posso participo dos eventos organizados pela Canaoeste e trago parte da minha equipe porque sei que tudo o que é apresentado é de grande valia”, disse o produtor de Severínia e Pitangueiras, José Renato Paro.


“Este encontro foi muito interessante com palestras que trouxeram informações de grande utilidade que irão nos ajudar no dia-a-dia, em nossas práticas no campo. As plantas daninhas preocupam demais os produtores e, como nos foi apresentado, as mudanças no sistema de colheita estão aumentando ainda mais as dificuldades. O difícil manejo das plantas daninhas foi o que mais me chamou a atenção. Você tem que entrar mais vezes na lavoura para tentar combatê-las e, consequentemente, aumenta o custo”, argumentou o produtor de Ribeirão Preto, Roberto Rossetti.


“Esse encontro foi muito produtivo, as palestras foram interessantes, pois as ervas daninhas são preocupantes e precisamos nos informar e ficar sempre atentos para saber como combatê-las. A melhor forma de utilização dos herbicidas também me chamou a atenção”, afirmou o produtor de Jaborandi, Maurício Pinto Neto.


Depoimentos das empresas parceiras

“Para esse evento, trouxemos a solução para ervas de difícil controle que é o Dinamic, que tem tudo a ver com o que foi apresentado nas palestras para os produtores de cana e para as usinas presentes. Para a Arysta LifeScience, é muito importante poder participar desse encontro técnico, a organização está de parabéns pela escolha dos palestrantes e com certeza o conteúdo por eles apresentados serão de grande valia aos participantes”, comentou o consultor técnico comercial da Arysta LifeScience, Carlos Silvio Correa Junior. 
 
“A BASF apresentou neste encontro o PlateauTM, que é um herbicida de seca. Esse produto é consagrado neste segmento e está há mais de dez anos no mercado. Trouxemos também o AgMusaTM, a nossa nova tecnologia em termos de sanidade de viveiro, e é o que estamos oferecendo para o produtor em termos de qualidade e também para verticalizar a produção, além de apresentarmos também o nosso portfólio completo. A Canaoeste é uma parceira muito importante da BASF, estar junto com a Canaoeste e a Copercana neste encontro é de fundamental importância para fidelizarmos cada vez mais nossa parceria. Para a BASF essa parceria é muito produtiva”, ressaltou o representante técnico de vendas da BASF, Luiz Carlos Martins Amorim.
 
“A Dow AgroSciences trouxe uma de suas soluções para a cana-de- açúcar que é o Coact, um herbicida pré-emergente para a cultura da cana-de-açúcar. O futuro está nas mãos dos produtores de cana da região e nós estamos aqui para sermos parceiros e trazer soluções. A Dow AgroSciences agradece ao convite da Canaoeste e também a presença de todos os produtores que nos prestigiaram”, disse Alano do Carmo, do desenvolvimento de mercado e marketing da Dow AgroSciences. 

“Trouxemos para o evento o Boral, que é o latifolicida hoje mais usado em cana-de-açúcar e que se encaixa tanto na época úmida quanto na época seca, podendo ser usado ao longo do ano. Estamos participando deste evento para reforçar o posicionamento desse produto, assim como o restante do portfólio da FMC que é completo para a linha. Gostaria de agradecer a Canaoeste pelo convite, pois para a FMC, todo evento que traz avanço e tecnologia diferenciada para o produtor, para nós é sempre muito importante estar presente”, ressaltou o representante técnico comercial da FMC, Vinícius Batista.  

“Apresentamos aos produtores presentes neste encontro o Flumizin, para o controle de ervas resistentes e o maturador para cana-de-açúcar, Riper. Para nós é uma grande satisfação poder contribuir com a agricultura brasileira. Essas tecnologias que estamos trazendo e divulgando neste evento com certeza vão contribuir para o aumento de produção e, consequentemente, a sustentabilidade. A IHARA agradece a Canaoeste pelo convite e por estarmos presentes neste evento de muita importância para o setor”, disse o administrador técnico de venda da IHARA, Samuel Lazarini.  
“Hoje a Syngenta trabalha de uma maneira que enxergamos a cultura da cana-de-açúcar como um ciclo e nesse ciclo dividimos em diversos segmentos. Trabalhamos desde a parte de viveiros, plantio, cana-planta, colheita e cana-soca. Em todo esse ciclo, a Syngenta tem produtos capazes de controlar doenças, pragas de solo e, principalmente, plantas daninhas. O nosso grande investimento é em mudas pré-brotadas (Plene PB) e mudas de meristema (Plene Evolve), com alto potencial genético, uma alta qualidade de sanidade totalmente rastreada, isso com certeza vai ajudar o mercado a alavancar a produtividade.
Para a Syngenta é muito importante participar desse evento porque temos a oportunidade de estar em contato com diversos produtores pois são eles que nos ajudam a estar presentes no mercado”, destacou o representante técnico de vendas da Syngenta, Alexandre Bizzi.
“A UPL está apresentando neste evento algumas novidades na área de herbicidas, o Metribuzim 700 WG e o metsulfurom metílico, Zartan. Buscamos algumas mudanças de formulação para trazer novidades mais seguras para o setor de cana-de-açúcar. A parceria com a Canaoeste e Coperana é algo que nos deixa muito felizes, pois sabemos da seriedade de tudo que é feito por elas e esperamos que essa parceria seja longa. Além disso, é muito importante participar deste evento buscando contatos, conhecimentos e mostrando a nossa marca”, finalizou o assistente de marketing da UPL, Juliano Balbino.