BNDES aprova R$ 500 milhões para investimentos da Toyota em veículos híbridos flex
Crédito reforça indústria 4.0 amplia cadeia de fornecedores e abre novas oportunidades ao produtor rural
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou um limite de crédito de R$ 500 milhões para apoiar o plano de investimentos da Toyota do Brasil. Os recursos serão destinados à aquisição de máquinas equipamentos e serviços tecnológicos de alto valor agregado voltados a novos projetos de veículos híbridos flex desenvolvidos no interior paulista com foco em inovação e conteúdo nacional.
O financiamento ocorre no âmbito do programa BNDES Mais Inovação e prevê a incorporação de soluções típicas da indústria 4.0 além da ampliação da base de fornecedores cadastrados no banco. Ao estimular a difusão dessas tecnologias o apoio contribui para que outras empresas tenham acesso a equipamentos avançados fortalecendo a cadeia industrial e a competitividade do setor automotivo. O crédito também apoia a retomada da fábrica de Porto Feliz impactada por eventos climáticos severos em setembro de 2025.
Híbridos flex ampliam integração com o agro
A estratégia reforça a visão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social de acelerar a modernização industrial ao mesmo tempo em que viabiliza novos projetos e fortalece fornecedores nacionais. Ao expandir os investimentos em veículos híbridos flex o movimento tende a criar mais demanda por biocombustíveis ampliando o espaço para o etanol e abrindo oportunidades ao produtor rural com maior integração entre indústria e agroenergia.
Com atuação no Brasil desde 1958 a Toyota mantém sede em Sorocaba – SP e opera três plantas produtivas além de centros logísticos e de distribuição. A empresa é pioneira no desenvolvimento e na produção de veículos híbridos flex no mercado nacional com três modelos já lançados e mais de 7 mil empregados no país. A ampliação do parque tecnológico e a aposta em soluções sustentáveis reforçam o papel do Brasil na transição para uma mobilidade de menor intensidade de carbono e maior conexão com a produção agrícola.
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