Excelência e dedicação ao associado!

  (16) 99710-6190      (16) 3511-3300        Rua Dr. Pio Dufles - 532 Sertãozinho | SP

Bioinsumos avançam no manejo da cana com foco em segurança e transição produtiva

Experiência de associado reforça benefícios da biofábrica da Canaoeste no uso de soluções biológicas

O avanço dos bioinsumos no manejo da cana-de-açúcar reflete uma combinação de fatores técnicos, econômicos e institucionais que vêm redesenhando as estratégias de controle fitossanitário no setor. Em um ambiente de maior exigência por sistemas produtivos mais seguros e sustentáveis, iniciativas associativistas têm assumido papel relevante ao estruturar o acesso dos produtores a soluções biológicas. Nesse contexto, a atuação da Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Canaoeste), por meio da CanaoesteBio, tem ampliado o uso de bioinsumos no campo com padronização de qualidade, escala produtiva e custos mais competitivos.

Na Fazenda Santa Júlia, em Bebedouro – SP, Roberto Malouf Zero acompanha esse processo de forma gradual. Segundo o associado, o uso de produtos biológicos já integrava o manejo da propriedade antes da ampliação do portfólio associativo, mas sempre com cautela. Ele observa que a eficiência dessas soluções nem sempre é perceptível no curto prazo, o que exige acompanhamento técnico contínuo e ajustes ao longo do ciclo produtivo.

Uso dos bioinsumos da CanaoesteBio fortalece segurança e manejo integrado

A incorporação dos produtos da CanaoesteBio ao manejo reforçou, na avaliação de Zero, a importância de integrar os bioinsumos de forma técnica e progressiva. Ele destaca que algumas soluções já apresentam resultados consistentes a campo, enquanto outras demandam uso combinado com defensivos químicos ou melhor definição do momento de aplicação. Na prática, os biológicos tendem a atuar como complemento dentro do manejo integrado, ampliando as alternativas de controle.

Entre os principais avanços percebidos está a segurança operacional. Para o associado, a redução dos riscos de intoxicação e dos cuidados exigidos no manuseio representa um ganho relevante para a rotina da propriedade. Esse aspecto, segundo ele, diferencia os defensivos biológicos ao mitigar desafios históricos associados ao uso intensivo de agroquímicos.

Sob a ótica econômica, Zero avalia que os benefícios não devem ser analisados apenas sob uma lógica imediata. Quando a substituição integral de um defensivo químico por um biológico se mostra eficaz, o ganho financeiro tende a ser evidente. Em outros casos, os resultados aparecem de forma gradual, exigindo uma visão de longo prazo sobre o retorno do investimento.

Modelo associativista amplia acesso e sustenta a transição

Na leitura do associado, os avanços observados na Fazenda Santa Júlia estão diretamente ligados ao modelo associativista adotado pela Canaoeste com a implantação da CanaoesteBio. A produção própria de bioinsumos viabilizou maior acesso dos associados a soluções biológicas com padrão de qualidade, logística adequada e preços inferiores aos praticados no mercado, com reflexos diretos sobre os custos de manejo.

Segundo Zero, já há consenso na família e na gestão da propriedade sobre a necessidade de ampliar o uso dos produtos da CanaoesteBio de forma contínua, ainda que gradual. A estratégia é incorporar os bioinsumos ao manejo à medida que os resultados se consolidam, fortalecendo a eficiência produtiva e a competitividade da atividade. Para ele, deixar de avançar nessa direção significa abrir mão de oportunidades de ganho no campo.

Compartilhe este artigo:

LinkedIn
Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *