Excelência e dedicação ao associado!

  (16) 99710-6190      (16) 3511-3300        Rua Dr. Pio Dufles - 532 Sertãozinho | SP

Etanol sobe 3,5% em janeiro e concentra maior alta entre os combustíveis

Entressafra pressiona preços do biocombustível e gasolina avança com efeito do ICMS

O etanol hidratado liderou a alta dos combustíveis em janeiro de 2026, com avanço de 3,5% frente a dezembro, segundo o Monitor de Preço de Combustível da Veloe em parceria com a Fipe. O preço médio nacional atingiu R$ 4,63 por litro, movimento associado à entressafra da cana de açúcar e a reajustes nas principais regiões produtoras.

No mesmo período, a gasolina comum e a aditivada registraram alta de 1,8%, refletindo o aumento das alíquotas do ICMS no início do ano. O diesel S 10 subiu 0,6% e o diesel comum avançou 0,3%, enquanto o GNV foi o único combustível a apresentar queda, de 2,3%.

Etanol acumula alta de 8,4% em 12 meses e perde competitividade frente à gasolina

No acumulado de 12 meses até janeiro, o etanol apresentou a maior variação entre os combustíveis, com alta de 8,4%. A gasolina comum e a aditivada subiram 2,3%, enquanto os preços do diesel e do GNV recuaram no período.

Regionalmente, o etanol alcançou os maiores preços médios no Norte e no Nordeste, enquanto Sudeste e Centro Oeste registraram os menores valores. Em 12 meses, os aumentos mais expressivos ocorreram no Centro Oeste, com alta de 10,9%, e no Sudeste, com avanço de 8,7%.

A relação entre os preços do etanol e da gasolina ficou em 74,8% na média dos Estados, acima do patamar de referência de 70%, o que amplia a vantagem da gasolina como opção mais econômica na maior parte do País. Estados como Rio Grande do Norte, Maranhão e Alagoas apresentaram as maiores proporções, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul permaneceram mais próximos do nível de equilíbrio.

O estudo também indica melhora no poder de compra dos combustíveis. No terceiro trimestre de 2025, o custo para abastecer um tanque de 55 litros de gasolina correspondeu a 5,9% da renda média domiciliar, abaixo dos 6,2% registrados um ano antes, com impacto mais elevado nas regiões Norte e Nordeste.

Compartilhe este artigo:

LinkedIn
Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *