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Suape testa uso de etanol em navios e reforça papel do Nordeste na transição energética

Experiência com biocombustível no porto pernambucano avalia alternativa de menor emissão para o transporte marítimo

Recife passou a integrar as iniciativas voltadas ao uso do etanol como combustível alternativo no transporte marítimo a partir de testes realizados no Porto de Suape, em Pernambuco. A operação avalia a viabilidade do biocombustível como opção para reduzir emissões no setor naval, um dos mais pressionados pelas metas globais de descarbonização.

A experiência amplia a participação do Nordeste nas discussões sobre novos combustíveis marítimos e reforça o papel estratégico de Suape como polo logístico e energético. O etanol utilizado é produzido no Brasil e apresenta menor intensidade de carbono em relação aos combustíveis fósseis tradicionalmente empregados na navegação.

Interesse do transporte marítimo por combustíveis renováveis avança

O teste integra uma estratégia mais ampla de empresas de navegação que buscam soluções alinhadas às exigências ambientais internacionais. A iniciativa envolve a Maersk, que vem conduzindo projetos-piloto e estudos com diferentes rotas tecnológicas para reduzir a pegada de carbono de suas operações globais.

Em Suape, o etanol foi avaliado em condições controladas, com foco no desempenho operacional, na segurança e na logística de abastecimento. A escolha do biocombustível se apoia na disponibilidade do produto no país, na maturidade da cadeia produtiva e na possibilidade de integração com a infraestrutura portuária existente.

Além do potencial ambiental, a adoção do etanol no transporte marítimo pode abrir um novo vetor de demanda para o setor sucroenergético. A iniciativa também dialoga com as estratégias nacionais de transição energética e com o posicionamento do Brasil como fornecedor de combustíveis renováveis no mercado internacional.

A experiência em Suape se soma a outros projetos em avaliação no país e reforça o debate sobre o papel do etanol na descarbonização do transporte marítimo, ao lado de alternativas como metanol de origem renovável, amônia e outros biocombustíveis avançados.

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