Excelência e dedicação ao associado!

  (16) 99710-6190      (16) 3511-3300        Rua Dr. Pio Dufles - 532 Sertãozinho | SP

Novo financiamento impulsiona uso da ferrovia no escoamento agrícola

ferrovia

Projeto da Rumo com apoio do BNDES se soma a testes da Transnordestina e sinaliza expansão do transporte ferroviário no agro

O uso da ferrovia no transporte de cargas agrícolas ganhou novo impulso com a aprovação de R$ 350 milhões em financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Os recursos permitirão à Rumo adquirir seis locomotivas híbridas e ao menos 160 vagões-tanque, ampliando a capacidade de escoamento de biocombustíveis, com foco no etanol, em quase 1 milhão de metros cúbicos por ano no Centro-Oeste.

A operação será viabilizada com recursos do Fundo Clima e prevê um aumento de 32% no volume transportado pela companhia em relação a 2024. Além do ganho logístico, o projeto estima a redução de 62,3 mil toneladas anuais de dióxido de carbono ao substituir parte do transporte rodoviário pelo ferroviário.

Ferrovia avança como alternativa logística no agronegócio

O investimento se insere em um movimento mais amplo de retomada e expansão do transporte ferroviário no setor agrícola. No Nordeste, a Ferrovia Transnordestina vem realizando testes operacionais com cargas de grãos, como sorgo, em trechos já concluídos, sinalizando o avanço gradual da infraestrutura ferroviária em diferentes regiões produtoras do país.

Essas operações experimentais reforçam o potencial da ferrovia como alternativa para o escoamento de grandes volumes, com menor custo ambiental e maior eficiência energética. No comparativo por tonelada quilômetro útil, o transporte rodoviário apresenta nível de emissão significativamente superior ao ferroviário, o que amplia a relevância do modal sobre trilhos em um contexto de maior exigência ambiental.

Para produtores de cana associados à Canaoeste, a ampliação do uso da ferrovia tende a contribuir para a redução de gargalos logísticos, maior previsibilidade no escoamento e fortalecimento da competitividade do etanol e de outros produtos agroindustriais. A diversificação dos modais é vista como fator estratégico, sobretudo em regiões distantes dos centros consumidores e portos.

Compartilhe este artigo:

LinkedIn
Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *