Megacana amplia debates e reforça foco na competitividade da bioenergia
Ecossistema promove encontros ao longo do ano e prepara feira em agosto, em Campo Florido – MG
O Ecossistema Megacana consolidou um novo modelo de atuação voltado à inteligência e à governança do setor bioenergético. Mais do que concentrar atividades em uma feira de negócios, a iniciativa passou a promover debates estratégicos durante todo o ano, reunindo produtores, usinas, especialistas e lideranças para discutir os principais desafios da cadeia produtiva.
Esse trabalho culminará na 18ª Megacana Tech Show Brasil, marcada para os dias 5 e 6 de agosto, em Campo Florido – MG. A programação reunirá vitrines tecnológicas, painéis técnicos, palestras, podcasts, homenagens e o tradicional Encontro Político, ampliando o espaço para troca de conhecimento e geração de negócios.
Debates além da feira
A proposta de transformar a Megacana em um ecossistema permanente ganhou força com a realização de encontros temáticos antes da feira presencial. Os chamados meetings abordaram temas como macroeconomia, geopolítica, relações com a China e segurança jurídica e física no campo, contando com a participação de especialistas, entre eles o economista e diplomata Marcos Troyjo.
Segundo o presidente da Canacampo, João Bosco Salomão, compreender os fatores que influenciam a economia global tornou-se essencial para o planejamento das propriedades rurais. Em um ambiente marcado por mudanças econômicas e geopolíticas, a capacidade de antecipar cenários passa a integrar a estratégia dos produtores.
Integração da cadeia produtiva
Promovido pela Canacampo e pela SIAMIG Bioenergia, o Ecossistema Megacana busca aproximar fornecedores de cana, usinas, empresas, pesquisadores e representantes do poder público. Para o vice-presidente da Canacampo, Silvio Neto, essa integração fortalece a construção de soluções voltadas à competitividade e à sustentabilidade do setor.
A edição de 2026 conta com patrocínio de empresas ligadas aos segmentos de insumos, tecnologia, cooperativismo e produção bioenergética. A expectativa é que a programação contribua para ampliar o debate sobre inovação, gestão e produtividade, temas que seguem no centro das discussões da cadeia sucroenergética.
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